sábado, 3 de dezembro de 2016

Jejum faz suas células se comerem; e isso te renova, diz Nobel de medicina



Não é dieta ou regime. Os cientistas estão pesquisando como o jejum ou o corte radical de calorias pode promover o aumento da expectativa de vida. A alimentação equilibrada e rica em nutrientes é fundamental para uma boa saúde. Porém, já é sabido que a privação de alimentos de forma controlada pode ativar mecanismos de autodefesa das células que garantem a elas maior longevidade. É isso que se traduz em benefícios para todo nosso organismo.
Tudo por causa da autofagia. Ela é um mecanismo importante de autolimpeza que existe em todas as células de nosso corpo. Os genes que regulam essa reciclagem de organelas velhas ou malformadas foram identificados por Yoshinori Ohsumi, ganhador do Nobel de medicina deste ano.
A redução da autofagia leva ao acúmulo de componentes danificados, o que está associado à morte das células e ao desenvolvimento de doenças. Assim, manter o mecanismo ativo seria uma forma de prevenir problemas futuros.
A autofagia é ativada quando a célula está em situações de estresse. Por exemplo, quando o indivíduo fuma um cigarro ou deixa de se alimentar. Para sobreviver, a célula passa a "comer" partes internas, degradando tudo o que tem de ruim. Quanto mais o mecanismo funciona maior a faxina interna.

A autofagia não fica ativa o tempo todo. Mas a restrição de nutrientes é uma forma de burlar isso"
Luciana Gomes, pesquisadora do Laboratório de Reparo de DNA da USP
"O jejum induz a autofagia, isso é sabido. Também sabemos que a autofagia induz a longevidade. A busca agora é entender a conexão entre a autofagia ativada pelo jejum e a longevidade das células", explica Soraya Smaili, professora livre-docente da Escola Paulista de Medicina. Segundo ela, a maioria dos estudos feitos até hoje foi com animais. 

Comer menos calorias também pode aumentar longevidade

Outra forma de ativar a autofagia e propiciar benefícios para o organismo é com a restrição do consumo de alimentos. Para funcionar, a redução de calorias ingeridas dever variar entre 20% e 60%, de acordo com as pesquisas. "Não é o jejum, é a diminuição prolongada de consumo de nutrientes. A autofagia é aumentada", explica Luciana Gomes. A redução ocorreria principalmente no consumo de carboidratos e proteínas.
Contudo, se a privação de nutrientes for muito longa, os efeitos passam a ser negativos. Nesse caso, a célula poderia começar a degradar componentes bons, que funcionam. O ideal seria conseguir estimular a faxina interna em tempo certo, sem excessos. Para isso, os cientistas pesquisam qual seria o tempo de jejum e o nível de redução calórica que garantiriam os efeitos benéficos sem causar prejuízos.
Smaili diz que há estudos feitos em humanos que mostram que o jejum, se bem conduzido e monitorado, traz benefícios a longo prazo. "Não é um jejum prolongado. É de 12 e no máximo 24 horas. E pode ser específico, de alguns nutrientes, como carboidratos e proteínas", afirma.
Durante o jejum, seria importante manter o consumo de água e de sais, para não provocar aumento da pressão arterial ou desidratação. Um soro pode cumprir essa função. E o jejum só poderia ser feito por pessoas saudáveis.

Em algumas culturas, o jejum periódico é tradicional, como o Ramadã para os muçulmanos

Fazer jejum ou reduzir alimentação, o que você prefere?

Para garantir o aumento da expectativa de vida a longo prazo, o jejum precisaria ser feito de forma periódica. "Não adianta fazer um hoje e outro no ano que vem", diz a farmacóloga da Unifesp.
Já a redução calórica precisaria ser permanente para produzir efeitos. "Como é difícil ter essa disciplina, surgiu a busca para confirmar se jejum intermitente conseguiria levar aos mesmos efeitos", complementa a biomédica da USP. 
As pesquisas existentes ainda não possuem resultados que permitam traçar uma indicação de frequência do jejum. Quanto à restrição calórica, Gomes explica que em testes com animais os melhores resultados ocorreram entre os que foram mantidos em restrição calórica desde o nascimento. O aumento da expectativa de vida chegaria, nesses casos, a 30%.
Via Notícias Ciências e Saúde

Quem vigia os vigilantes? A questão da responsabilidade dos juízes


“Ainda há juízes em Berlim”, e 
lá eles respondem por seus atos
Recebi de um amigo, que é promotor de Justiça, texto que está circulando na internet e, sobretudo, nas redes sociais (onde a autoria sempre se perde), intitulado “Ainda há juízes em Berlim, mas não por muito tempo...”, de Eduardo Perez, juiz de Direito do TJ-GO. Não vou discutir aqui seus equívocos, mas quero aproveitá-lo como gancho para expor meu argumento: sim, “ainda há juízes em Berlim”; e lá, de há muito, todos eles respondem — administrativa, civil e penalmente — por seus atos.
A Lei Alemã dos Juízes (Deutsches Richtergesetz) — na versão publicada em 19 de abril de 1972, com as modificações do parágrafo 62, inciso 9, dadas pela Lei de 17 de junho de 2008 — estabelece, por exemplo, a “revogação da nomeação do cargo” (parágrafo 19), nos casos de crime, fraude, corrupção etc., e ainda diversas “medidas disciplinares” (parágrafo 64).
Como se isso não bastasse, lá em Berlim (e em toda a Alemanha), há também o crime específico previsto no parágrafo 339 do Código Penal (Rechtsbeugung): “O juiz, ou qualquer outro funcionário público ou juiz arbitral, que seja culpado de direcionar o Direito para decidir com parcialidade contra qualquer uma das partes será punido com pena privativa de liberdade de um a cinco anos” (tradução livre).
A título meramente ilustrativo, cumpre referir importante decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia, em 2003, apontando a necessidade de se aumentar ainda mais a responsabilidade dos juízes alemães por erros judiciários (veja aqui).
No restante da Europa, como se sabe, a legislação vigente segue a mesma linha. Não vamos nos esquecer que, na Espanha, ao julgar o famoso caso Peláez, Crespo y Correa vs. Garzón, em 2012, o Tribunal Supremo condenou o conhecido juiz espanhol pela prática de prevaricação judicial à perda do cargo e inabilitação para função pública pelo período de 11 anos, em razão de abuso consistente na determinação de escutas ilegais no caso Gürtel, que envolvia dirigentes do Partido Popular, em Valência, e seus advogados.
E, aqui, como é? Na esfera administrativa, temos a vantajosa pena de aposentadoria compulsória com vencimentos integrais (e acima do teto!); na esfera civil, a responsabilidade pessoal permanece regressiva, tal qual o modelo adotado pelo CPC 39, que se resume às hipóteses de dolo e fraude, à revelia do disposto no artigo 37, parágrafo 6º, da Constituição; na esfera criminal, não há tipos penais próprios, enquanto aqueles da lei de abuso de autoridade vigente são, na prática, de muito difícil enquadramento (e todos sabem o porquê).
Para completar, até o momento ninguém foi penalizado, em nenhuma esfera. Nem pelas escutas ilegais nem pelas provas obtidas ilicitamente e tampouco por vazar informações sigilosas à imprensa. Isso é fato. O único que se deu mal, por aqui, foi o Protógenes (aquele delegado federal da operação Satiagraha), que se exilou na Suíça e agora ingressou com revisão criminal alegando falta de isonomia!
Sed quis custodiet et ipsos custodes?
Essa célebre frase de Juvenal, poeta latino do século II, traduz uma das grandes indagações dirigida a Sócrates, na República, de Platão. Ela também sintetiza o núcleo da reflexão desenvolvida por Mauro Cappelletti a respeito da responsabilidade dos juízes, em 1982, ao elaborar o relatório geral das discussões sobre o tema “The role and functions of legal professions and judicial responsibility”, durante o XI Congresso Mundial da Academia Internacional de Direito Comparado, realizado em Caracas, na Venezuela. Foi esse importante relatório que deu origem ao artigo intitulado Who Watches the Watchmen?, A comparative Study on Judicial Responsability, que resultou na posterior publicação da clássica obra Giudici irresponsabili?: studio comparativo sulla responsabilità dei giudici, de 1988, traduzida para o português logo em seguida (Juízes irresponsáveis, SaFe, 1989).

Pois bem. A responsabilidade dos juízes (e, igualmente, dos promotores e procuradores) é uma questão que atravessa a história do Direito, mas que ocupa um lugar central somente na arquitetura do paradigma do Estado Constitucional de Direito. As razões para isso são bastante óbvias. As atuais democracias estruturam-se sobre um sistema normativo de diretos e garantias que pressupõe limites e vínculos à atuação dos poderes públicos e privados. Todo poder deve ser controlado, não havendo mais espaço para blindagens e imunidades.
Em sua obra, Cappelletti parte da premissa segundo a qual um poder sem responsabilidade é incompatível com um sistema democrático. Com isso, ele critica os dois princípios que, historicamente, elidiram a admissão da responsabilidade judicial — the king can do no wrong e res judicata facit jus—, demonstrando que, no paradigma jurídico que surge a partir do segundo pós-guerra, ambos são igualmente inaceitáveis.
Para combater a ideia de que o Estado, sendo fonte da produção normativa, não cometeria atos ilegítimos, Cappelletti resgata uma compreensão de responsabilidade vigente na democracia grega:  “Ninguém que, de qualquer modo, exerça uma função pública, é isento do dever de prestar contas da própria ação”.
Entre os conhecidos modelos de responsabilidade dos juízes — num extremo, a sujeição ao controle exercido como privilégio do governante e, noutro, o corporativismo isolacionista fundado na absolutização da independência —, Cappelletti propõe um modelo de responsabilização por meio do qual busca combinar “razoável medida de responsabilidade política e social com razoável medida de responsabilidade jurídica”, de um lado, garantindo que a magistratura e seus membros possuam certo grau de independência e evitando que atuem como subordinados dos poderes políticos, dos partidos políticos e de outras organizações sociais e, de outro lado, eliminando os riscos do isolamento corporativo e “a anarquia incontrolada e irresponsável dos membros individuais do Judiciário”.
Em suma, num Estado que se diz Democrático de Direito, deve haver uma relação diretamente proporcional entre o poder e a efetiva responsabilidade dos juízes, mantendo-se um equilíbrio entre controle e independência.
Responsabilizar, sim; agora, sim; mas de qualquer modo, isso não
De pronto, quero deixar claro que não vejo nenhum problema em responsabilizar criminalmente — seja por abuso de autoridade ou o nome que se pretenda dar — os membros do Poder Judiciário e do Ministério Público. Também acredito que, sim, o momento é oportuno, tal qual sustentou o ministro Gilmar Mendes, para se atualizar a legislação em vigor, elaborada na década de 1960, o que explica parte de sua proposital inefetividade. Assim como também já passou da hora, sobretudo quando o tema é corrupção, de se abrir a caixa-preta dos supersalários e extinguir, definitivamente, todos os privilégios

Isso não significa, contudo, que esse importante debate democrático pudesse ser subtraído da sociedade, incluído no pacote das medidas anticorrupção e votado durante a madrugada. Também não autoriza que se possa utilizar da péssima técnica legislativa aplicada. E tampouco legitima que se empreguem tipos penais abertos.
Na coluna Limite Penal, publicada ontem (2/12), Alexandre Morais da Rosa já ilustrou, com precisão, os acertos e desacertos relativos às emendas ao PL 4.850/2016, aprovado pela Câmara dos Deputados, abordando — tecnicamente — os problemas que envolvem os dispositivos que trataram da responsabilização desses agentes políticos.
De toda maneira, o modo como ocorre o jogo na arena política é conhecido de todos. Se o projeto for aprovado no Senado nos mesmo moldes em que foi aprovado pela Câmara dos Deputados — o que me parece improvável — e, assim, tornar-se lei, então restará aos legitimados questionar sua constitucionalidade pelas vias existentes. Esse é o único caminho jurídico, gostem ou não.
A chantagem esboçada pelos membros da força-tarefa do MPF — que ameaçaram abandonar a operação "lava jato" — é, além de ridícula e infantil, ilegal! Eles poderiam deixar o parlamento trabalhar, assim como eles gostariam que o parlamento os deixassem fazer. E, se realmente renunciarem (o que duvido), deverão ser responsabilizados, por prevaricação, inclusive, como muitos juristas já sinalizaram.
Por favor, tragam o tal garantismo de volta!

Há, por fim, um elemento muito curioso em tudo isso. Os argumentos até anteontem rotulados pejorativamente de garantistas, agora, passam — convenientemente — a ser invocados por parcela dos membros do Poder Judiciário e do Ministério Público. Basta, para tanto, ver o resgate e a força que a legalidade constitucional assumiu em muitos (não todos, é verdade) dos discursos e pronunciamentos que marcaram as manifestações de repúdio à aprovação do PL 4.850/2016. A lição que fica, na iminência da responsabilização de todos — políticos, membros do Judiciário, membros do Ministério Público e, ainda, cidadãos comuns — é que o direito de defesa e as garantias constitucionais são inegociáveis. A preocupação dos juízes e promotores é legítima. Por quê? Porque eles conhecem a irracionalidade do sistema e sabem — como ninguém — as barbaridades que são praticadas, diariamente, nos foros e tribunais desse país.


 é doutor em Direito, professor do Programa de Pós-Graduação em Direito da Faculdade Guanambi (FG/BA) e advogado.
Revista Consultor Jurídico, 3 de dezembro de 2016, 8h05

Manuscritos da Câmara de Alcântara datados dos séculos XVIII e XIX serão restaurados com apoio da Secti



Com o objetivo de contribuir com o processo de recuperação da memória histórica do Maranhão, a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) vai financiar o restauro de três livros manuscritos da Câmara de Alcântara datados dos séculos XVIII e XIX. A recuperação desses importantes documentos é resultado de um termo de cooperação técnico-científico firmado entre a Secti e o Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM) que tem como objetivo fomentar a pesquisa e a ciência no estado.

Na manhã desta sexta-feira (2), os exemplares foram entregues à chefe do Arquivo Público do Estado do Maranhão, Maria Helena Pereira Espíndola, pelo secretário de Estado da Ciência e Tecnologia, Jhonatan Almada, e pelo presidente do IHGM, Euges Lima, para que seja iniciado o trabalho de restauro. A partir da restauração, o IHGM pretende também digitalizar os documentos, transcrever e publicá-los para que mais pessoas possam ter acesso aos conteúdos dos documentos.

“São livros que retratam um período muito significativo da história do Maranhão e dizem respeito aos códices da Câmara de Vereadores de Alcântara. Com a restauração, a secretaria contribui com o processo de recuperação da história do Estado”, observou o secretário.

O presidente do IHGM destacou que o momento de entrega dos livros para restauração é muito simbólico para o instituto que há dois anos vinha tentando viabilizar a restauração desses manuscritos. “Só agora isso está sendo possível e este ato de hoje concretiza essa luta. Isso só foi possível graças ao convênio firmado com a Secti que está financiando os custos dessa restauração”, contou Euges Lima. “São documentos importantes para que se possa tentar reconstruir a história da cidade de Alcântara”, acrescentou o presidente.

Maria Helena Espíndola também destacou o valor dos documentos. “Com certeza são livros que têm informações importantes sobre a história do município”, disse a chefe do Arquivo Público explicando que os recursos provenientes da cooperação com a Secti serão utilizados na contratação de um restaurador e na compra do material necessário para o restauro com o papel japonês que custa em media R$ 40,00 a folha e cola metil, utilizados frequentemente em procedimentos de conservação e restauração em acervos de muitos museus. “Dentro de três meses esses documentos estarão restaurados”, contou.


Três livros manuscritos, datados dos séculos XVIII e XIX foram encontrados pela primeira vez na cidade de Viana (MA) pelo historiador Antônio Lopes, ainda na década de 1930, cuja vasta pesquisa culminou na produção do livro “Alcântara – Subsídios para História da Cidade”. O IHGM é a instituição cientifica mais antiga do Estado do Maranhão, fundado em 1925. 



Adaptado do Site da Secti/MA

Dr Rosário Ramos: DOR OU DORMÊNCIA NOS DEDOS


ESPAÇO SAÚDE


DR ROSÁRIO RAMOS
A *Síndrome do Túnel do Carpo* é um problema que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.

Ela é comum em músicos, digitadores, redatores, escritores e costureiras, justamente por serem atividades manuais ou que forçam uma mesma posição das mãos.

O túnel do carpo é uma passagem anatômica, localizada na porção anterior do punho, formada por um arco de ossos e por um forte ligamento, chamado de ligamento transverso do carpo.


Dentro desse túnel, localizam-se os tendões flexores para os dedos e o nervo mediano, que é responsável pela sensibilidade do polegar, indicador, dedo médio e a metade externa do dedo anular.

O nervo mediano localiza-se logo abaixo do ligamento transverso do carpo e, por ser a estrutura mais delicada no interior desse túnel, pode causar sensação de dor e dormência nas mãos ao ser comprimido.

A síndrome do túnel do carpo é, em resumo, o conjunto de sinais e sintomas (dor, dormência, formigamento, falta de força) causados pela compressão do nervo mediano no punho.

É recomendado pequenas pausas durante a atividade, como também o exercícios de fortalecimento, alongamentos, eletroterapia, crioterapia e outros para prevenção e tratamento dessa Síndrome.
Você merece o melhor!

Por Rosário Ramos, Fisioterapeuta - FisioVida


Clínica Espaço Vida - Tutoia

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Dia 17 de Dezembro vai bombar com o evento Miss Tutóia 2016.


EM DEZEMBRO... TODOS OS FOCOS... E OS FLASHS...
SE CONCENTRAM NO EVENTO QUE VAI A REGIÃO!
JAR PRODUÇÕES APRESENTA, SABADO 17 DE DEZEMBRO NO ANTIGO ALMEIDA GALHARDO:
(((MISS/ TUTÓIA/ 2017)))

A BELEZA, O CHARME E O GLAMUOR, VÃO INVADIR A PASSARELA COM AS MAIS BELAS MODELOS DISPUTANDO A FAIXA!

E PARA ABRILHANTAR AINDA MAIS O EVENTO, TEM A PRESENÇA VIP DA MISS MARANHÃO DEISE D’ANNE! E DO MISTER MARANHÃO FERNANDO DIAS.
E PRA DITAR O RITMO DESSA FESTA... A MUSICA ELETRONICA... E O FORRÓ:
VÃO ENTRAR EM CENA!

PRA AGITAR A PISTA TEM DJ ALEX!
E PRA BOTAR PRESSÃO TEM DS E FORRÓ BACANAS!
MISS TUTÓIA 2017... A MAIS BELA... É VOCÊ!

UMA MEGA ESTRUTURA SERÁ MONTADA NO ANTIGO ALMEIDA GALHARDO, SABADO 17 DE DEZEMBRO, PRA RECEBER O EVENTO MAIS GLAMUROSO DO ANO!
(((MISS/ TUTÓIA/ 2017)))

REALIZAÇÃO: JAR PRODUÇÕES!

TEXTO: ROBERTO JAR

JB DETONA REINALDO: PAU MANDADO DO PSDB


Ex-presidente do STF reagiu nesta sexta-feira 2, pelo Twitter, a críticas feitas por Reinaldo Azevedo depois de sua entrevista à Folha de S. Paulo; "Já era esperado, não era? Há um ano eu não dava entrevista. Abri a boca e já apareceu o primeiro ataque. Feroz. De quem? De um 'pau mandado' de grupos e partidos políticos chamado Reinaldo Azevedo. Um idiota que não tem consciência da própria irrelevância", detonou o ex-ministro; na entrevista, Barbosa definiu como "encenação" o impeachment de Dilma Rousseff; o blogueiro de Veja disse que as respostas de JB "trazem uma das maiores quantidades de bobagens por centímetro quadrado dos últimos tempos"


O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa reagiu nesta sexta-feira 2, pelo Twitter, a críticas feitas por Reinaldo Azevedo depois de sua entrevista à Folha de S. Paulo.
"Já era esperado, não era? Há um ano eu não dava entrevista. Abri a boca e já apareceu o primeiro ataque. Feroz. De quem? De um 'pau mandado' de grupos e partidos políticos chamado Reinaldo Azevedo. Um idiota que não tem consciência da própria irrelevância", detonou JB.
O colunista de Veja havia dito, em seu blog no site da revista, que as respostas de Barbosa na entrevista, em que Barbosa chamou o impeachment de Dilma Rousseff de "encenação", "trazem uma das maiores quantidades de bobagens por centímetro quadrado dos últimos tempos".
Fonte: Jornal Digital

Havana: Mais de 2 milhões de pessoas lotam praça da Revolução para se despedir de Fidel





Povo entoou gritos e palavras de ordem, como: “Eu sou Fidel!”,“Sempre Fidel!” e “O povo, unido, jamais será vencido”
Por Camilo Toscano
Do Opera Mundi

Mais de 2 milhões de pessoas lotaram a praça da Revolução, em Havana, na noite desta terça-feira (29/11), para se despedir do líder da Revolução Cubana, Fidel Castro. O ato desta terça faz parte dos nove dias de luto oficial decretado pelo governo para homenagear e memória do líder revolucionário.
 Na presença de chefes de Governo e representantes de diversas nações, muitos dos quais discursaram em homenagem e agradecimento a Fidel, o povo entoou gritos e palavras de ordem, como: “Eu sou Fidel!”, “Viva Fidel, venceremos!”, “Sempre Fidel!” e “O povo, unido, jamais será vencido”. 

Fidel Castro morreu na noite de sexta-feira (25/11), exatamente 60 anos depois de que partiu, do México rumo a Cuba, no iate roubado Granma, com um grupo de 82 guerrilheiros. A ação foi desbaratada pelas tropas do então presidente do país, Fulgêncio Batista, mas Fidel conseguiu fugir e agrupar forças suficientes na Serra Maestra, de onde, quase três anos depois, viria a liderar a entrada em Havana na Revolução Cubana.
 Na primeira etapa da série de atos programados, cubanas e cubanos passaram para se despedir de Fidel pelo salão com suas cinzas montado dentro do Memorial José Martí, que fica na mesma praça, além da assinatura do compromisso com a revolução firmado por Fidel em 2000. Só em Havana, mais de 3,5 milhões de pessoas assinaram os livros disponibilizados com esse propósito. 
Fotos:Cubadebate
Operamundi1

População lotou praça da Revolução para dar adeus a Fidel
A partir das 7h desta quarta-feira (30/11), as cinzas de Fidel seguem em cortejo fúnebre para Santiago, cidade natal do comandante (leste da ilha), para que os cubanos de outras cidades possam também dar adeus a ele e firmar o mesmo compromisso. O trajeto repete a Caravana da Liberdade realizada pelos revolucionários após a derrubada de Batista, em 1959, e se encerra no sábado (3/12).
Grande ato de massas
O grande ato de massas na praça da Revolução começou pouco antes das 19h (22h de Brasília), com três músicos cubanos - Luna Manzanare, Maurício Madrigal e Raul Torres - cantando a música “Um homem que sonha”, dedicada a Fidel. Em seguida, houve a execução do hino nacional e a declamação de um poema pela poetisa Corina Mestre, que terminou ao som de “Fidel, Fidel”, vindo da multidão. O grito se repetiria algumas vezes mais no decorrer da noite.
Rodobaldo Hernández, apresentador da TV oficial, foi o mestre de cerimônias, passando a chamar uma lista de 17 presidentes ou representantes de países para proferirem seus discursos. Até que Raul Castro, irmão de Fidel e atual presidente cubano, fizesse uso da palavra, encerrando o ato às 22h50 (horário local), totalizando quase quatro horas.
Desde às 14h, as cubanas e os cubanos começaram a se dirigir para a praça, para buscar os lugares mais perto de onde ficariam as autoridades locais e representantes de outras nações. Muitos jovens e adolescentes, alguns vindos em excursão escolar vestindo uniformes, participaram do ato. Variados tipos de camisetas com rosto de Ernesto Che Guevara, de Cuba ou com a assinatura de Fidel se misturavam a bandeiras, faixas e bandanas com as cores do país. 
Operamundi2
“Vim aqui apoiar a causa de que Fidel nos ensinou. Este ato teve um significado especial para todos os cubanos, com muita gente, as ruas estavam repletas. E todo mundo apoiando Fidel. Somos um só, Fidel vive em nós”, afirmou Marlon Yeladita, 20 anos, maestro de música em uma escola primária.
Para Santiago Herrera, economista de 47 anos, o momento foi de reforçar o compromisso revolucionário. “Como você pode ver, o povo veio reafirmar a Revolução Cubana. Reafirmar que as ideias e o legado de Fidel terão continuidade”, disse. “A partida de Fidel deixou convicções, princípios e ensinamentos que ele nos mostrou durante tantos anos de revolução. A força de nosso futuro está no trabalho político e ideológico que foi feito. E, para isso, a juventude está encarregada de dar continuidade”, complementa.
Operamundi3
Marisol Rodrigues Santos, professora primária, acredita que “o líder histórico da revolução” apenas partiu fisicamente. “Mas nos restou a satisfação de seu legado ao qual nós vamos dar continuidade. E, como juramos, vamos seguir adiante com o conceito que ele deu de revolução. Isso é ter Fidel ao nosso lado, o amor que pudemos demonstrar que sentimos por ele. Penso que não só eu, mas todo o povo de Cuba sente. Suas ideias estarão presentes em mim”, diz emocionada.
Os eventos que marcam o luto oficial em memória a Fidel Castro incluem ainda um segundo ato de massas, na praça Antonio Maceo, em Santiago, no sábado. No dia seguinte, ocorrerá a última cerimônia, no cemitério Santa Ifigênia. 
Fonte: Caros Amigos